Resenha Stranger Things 2



Após um longo ano (e três meses) de espera, finalmente a Netflix liberou a segunda temporada de Stranger Things. Como era de se esperar, a série que é queridinha dos fãs, veio com algumas mudanças bem legais, apesar de ter seguido a fórmula original, sendo desenvolvida em núcleos e juntar a galera nos episódios finais.
Admito que curti muito a segunda temporada de ST, mas não, ela não foi perfeita. Acho que merece 4 de 5 estrelas porque ela me deixou uma coceirinha no fundo da garganta, mas não chegou a decepcionar. Então vamos, lá... Sem spoilers, o que foi bom e o que não foi?



1. Enredo OK

Parabéns aos irmãos Duffer e a toda equipe. Como a primeira, a segunda temporada foi um show! A trilha sonora, cenários, fotografia (QUE FOTOGRAFIA!) e principalmente o roteiro estavam impecáveis. A segunda temporada apresentou um roteiro (quase) fechadinho, que respondeu a maioria das perguntas dos fãs e, como prometido pelos irmãos, fez até justiça a uma certa personagem que a gente pensou que fosse ficar esquecida na primeira temporada.
Acho que o ponto forte da temporada foi o arco dos personagens, que está se fortalecendo. Pra quem não sabe, "arco do personagem" é o desenvolvimento de cada um deles ao longo dos episódios (pra bem ou pra mal) que vai acontecendo em consequência das coisas na série. Vale destacar aqui o (ex?) embuste Steve (Joe Keery) superou aquela sensação de "Já não odeio a criatura, mas também não amo" que deixou com a gente no fim da primeira temporada. Amigos, Steve é simplesmente uma nova pessoa (não vou dizer se isso é bom ou ruim hahha) e a proeza disso é que a cada episódio ele vai se transformando, sem ser uma coisa forçada. Vou falar mais sobre isso lá embaixo...

2. Inseguranças da adolescência
Nossos bebês estão crescendo e as inseguranças da adolescência estão chegando. Genial a ideia de jogarem uma nova menina no grupo deles. Pensei que não fosse gostar da Max, mas ela preenche os requisitos: é durona sem ser chata, fofa quando necessário e corajosa. Apesar de ter rolado um triângulo amoroso básico ali com Lucas/Max/Dustin isso não chegou a ser uma coisa chata, fez a série andar e isso RARAMENTE ACONTECE quando falamos de triângulos amorosos.
Diferente da primeira temporada, a gente percebe algumas coisas que fazem a gente perceber que eles estão amadurecendo, mas sem perder a essência que a gente gosta tanto.




3. WILL FINALMENTE MOSTROU A QUE VEIO

"Finalmente deixamos essa Ferrari sair da garagem". Palavras dos produtores, minha gente! Concordo em gênero, número e grau. Will Byers era amado por associação na primeira temporada, mas nessa ele veio garantir lugar cativo nos nossos corações. Prepare-se porque a atuação do Noah Schnapp é de deixar a gente de boca aberta pelo menos um milhão de vezes. Ele consegue mudar de expressão de forma surpreende de acordo com o que cada cena exige. O caminho que o Will segue nessa temporada é de protagonista, e ele segura essa barra tão bem quanto a Millie e o Finn (Eleven e Mike) seguraram na primeira, talvez até melhor, ouso dizer.


4. Arcos dos personagens 
Sim, já falei sobre isso, mas merece um tópico especial porque pra mim foi a maior qualidade da temporada e o pior defeito também. Como assim? ST é uma serie com muitos personagens, o que infelizmente faz alguns ficarem de lado no desenvolvimento, o que aconteceu com nosso amado Jonathan Byers. O irmão mais velho do Will protagonizou uma das melhores cenas da série e... parou por aí. UMA cena ótima que deixou a gente super feliz e mais nada, apenas a secura. Tudo que a gente viu do Jonathan foi o que já tinha visto antes: ele é inseguro, gosta da Nancy e é um leão quando se trata de proteger a família. Cadê as surpresas? Fiquei esperando por aquele cara de câmera na mão que fez a gente se empolgar na primeira temporada, um dos personagens que mais prometia e infelizmente, pelo menos na segunda, não entregou nada. Eu, que amo o Jonathan, achei o arco dele repetitivo e arrastado. Não precisavam deixar ele tão de lado, mas ok, eu sei que outros personagens também precisavam ganhar seu espaço...

Como eu já disse, Steve Harrington foi o destaque surpreendente da temporada e por isso nem vou falar muito dele aqui senão vou acabar soltando spoiler, hehe. Então vamos falar das mulheres da série: ElevenJoyce e Nancy. Eleven, na verdade, tá bem apagadinha durante os primeiros episódios e só ganha força lá pro final, mas o caminho dela foi adequado pro tema da temporada. Na minha opinião, ela foi o personagem mais fechadinho. Não nos deu nada muito além do esperado, mas também não decepcionou como o Jonathan.

Mama Joyce foi mais uma vez um dos pilares da série. Ela é o sonho de princesa de qualquer mamãe. A Winona Ryder é uma rainha da interpretação, não sei  o que ela faz, mas a Joyce consegue ficar parecida com a mãe de todo mundo que tá assistindo. BIZARRO! A personagem seguiu a linha da primeira temporada, mas entregou um controle emocional infinitamente maior, mostrou que amadureceu diante de tudo que aconteceu com a família dela. Vamos ficar de olho naquela mulher, eu aposto que dela ainda vão sair as melhores histórias.

A última do time feminino pra falar é a antes sem sal e sem gosto, Nancy, que virou a representação Girl Power da série. Eu não sei se desde o inicio eles já tinham planejado uma guinada 360° pra ela (como creio que foi com o Steve) ou se "foi sem querer querendo", mas deu muito certo. Nancy cresceu e apareceu. Tomou atitudes de gente grande, e liderou o núcleo dela, cheia de atitude.



Bom, resumindo tudo, achei a temporada um amorzinho. Recomendo ver com muita pipoca e apesar de tudo, COM CALMA, pra conseguir pescar as referências maravilhosas que enriquecem o roteiro. Só acho que algumas coisitas ficaram a desejar e outras foram forçadas, tipo a família da Max, que não conseguiu me prender muito. Mas nada irremediável.

AGORA COMO FAZ PRA AGUENTAR O ANO QUE VEM??? Se alguém souber a resposta, me avise...


Beijos de luz!


Resenha "My Mad Fat Diary"



Como todo mundo, preciso de motivos pra começar uma série. Um deles é se algum amigo me indicou, então por isso acabo ficando mais nas "séries famosas". Bem, por isso e pelo motivo de estarem menos propensas a cancelamentos, que convenhamos, doem na alma de qualquer fã. Mas às vezes, leitores, temos que remar contra a maré! E isso acontece quando encontramos pérolas preciosas como MY MAD FAT DIARY.


"Situada na década de 1990, a história retrata a vida de Rae, uma jovem obesa de 16 anos que vive em Lincolnshire com sua mãe. Recém saída de um hospital psiquiátrico, ela se vê em um mundo no qual não se sente à vontade. Logo reata sua amizade com Chloe, amiga de infância que não sabia onde Rae estava. Ela a apresenta para seus amigos, que acolhem Rae à sua maneira. Rae tenta levar uma vida normal tentando novas experiências como adolescente, mas escondendo seu passado e seus amigos do hospital de todos."

Ai, mas que sinopse sem graça! Se eu ficasse aqui me baseando na sinopse acho que ninguém assistiria essa série maravilhosa que de fato é sobre uma adolescente obesa e depressiva, que sai do hospital mais sozinha do que entrou. O primeiro episódio não fica escondendo de você que a Rae é uma menina problemática, muito pelo contrário, você fica chocado e até se sente mal por ela. A mãe da garota não tem a mínima noção de nada e às vezes dificulta a recuperação da filha, mas não tem como não simpatizar com a mulher, porque apesar de tudo ela é humana e comete erros. Essa é a graça da série! Não existem vilões ou mocinhos. 




Não procure esteriótipos em My Mad Fat Diary. Nos são apresentados "dois lados da Rae": a garota que começa a andar com o grupo da Chloe, ex melhor amiga dela, que mente pra ser popular e a Rae que faz tratamento psicológico e tem amigos do hospital, bem problemáticos mesmo. Esses dois núcleos complementam um ao outro porque por mais que a Rae tente manter a verdade sobre o passado dela distante, não é fácil numa cidade pequena como Linconshire. A série leva a fundo mesmo o fato de ser uma pessoa real, com problemas reais, nada de adolescentes estúpidos e mimados como estamos acostumados a ver por aí. Os amigos da Chloe (que passam a ser amigos da Rae também) que deveriam ser perfeitos, na verdade são gente como a gente e cometem um monte de erros e tem neuras como todo mundo. Chloe seria a típica patricinha dos anos 90, mas você se pega gostando mesmo da amizade dela com a Rae, apesar das duas vacilarem muito uma com a outra! O palhaço da turma, aquele típico fulano que faz piadas de mal gosto e enche a cara nas festas, na verdade é o amigo mais leal e até a Tix, amiga da Rae que ainda está internada por anorexia e transtornos psicológicos, tem seu lado girlie que sonha em ter suas primeiras experiências na vida.


Falando de experiências, vamos combinar que A SÉRIE É MUITO ENGRAÇADA. A sinopse deixa um clima pesado no ar, mas a coisa tem a leveza da vida: tudo acontece naturalmente. Os problemas vão e vem todos os dias, até quando pensamos que é o fim! Gente, a Rae é a narradora da série e ela narra de um jeito tão sincero e desesperado que é impossível não rir. Ela quer ter amigos, namorar, quer ser alguém que as pessoas gostem. Quem é que não quer, né? Ela é uma protagonista atípica e cativante! Isso não significa que ela não cometa erros, ela comete o tempo todo! 

Enfim, se você está procurando uma série com situações cômicas e que mistura o drama e a comédia sem deixar um gosto amargo na sua boca, essa é a minha aposta! 


Atenção para:
  •  A trilha sonora da série! Não é de hoje que eu amo essas séries old vibes do tipo The Carrie Diaries que vem com umas músicas que eu só consigo pensar "Como nunca ouvi antes?!!". Anos 90, queridos, melhores músicas ever! E a Rae é louca por música, então prepare-se pra ouvir as melhores da época!              
  •  The Gang! O que dizer dos melhores amigos forever? Já disse e repito: você vai se apaixonar pela gangue <3 As melhores pessoas! Se conhecerem pessoas como eles, por favor, me mandem o telefone porque por enquanto só consigo querer viver nos anos 90.

                                    
                               


Resenha livro "Duff"

Hello, leitores! Quanto tempo, né? É importante vocês saberem que podemos ficar sumidas aqui do blog, mas sempre que acharmos algo legal estaremos compartilhando! 

 Dito isso, vim resenhar o livro "Duff" da autora Kody Keplinger.
Conheci primeiro o filme "The Duff" (D.U.F.F. - Você Conhece, Tem ou É) que é bem popular no Netflix. Me apaixonei por ele porque tem uma pegada bem Gatos Fios Dentais e Amassos/ A Mentira (protagonista solitária e louca) e As Patricinhas de Beverly Hills. Ou seja, é aquele típico filme de sessão da tarde, mas sem ser chato.
Eu sempre digo que se você quer uma cópia do livro é melhor nem assistir o filme ou série que se baseie nele porque vai decepcionar. É importante encarar a coisa como uma nova versão da história que você gostou tanto. Com esse sentimento, resolvi encarar o livro!
O livro "Duff" é sobre Bianca Piper, uma menina que ficou arrasada quando recebeu o apelido de "Duff - Designated Ugly Fat Friend" do garoto mais popular da sua escola, Wesley Rush. Por que ela se magoou tanto? Em português a sigla quer dizer mais ou menos que dentro do seu grupo de amigos você é o mais feio(a), aquela pessoa que todos sempre vão pra pedir o telefone dos amigos, mas por quem ninguém realmente se interessa.

Depois de ouvir isso do Wesley (uma pessoa que a Bianca odeia muito) ela começa a reparar como todas as suas amigas são: altas, loiras e curvilíneas e isso a deixa com a impressão de ser realmente a Duff delas.
É aí que a história do filme e do livro se separam. No livro a Bianca também está passando por problemas famíliares: os pais estão se divorciando e ela não vê a mãe há dois meses! Então juntanto isso com mais o problema de ser Duff, Bianca se vê... agarrando Wesley Rush!


VEJA BEM, ela não faz isso por ter uma paixão secreta por ele nem nada, aliás desde o início do livro ela deixa bem claro que é apaixonada por um outro garoto chamado Toby, mas nunca teve coragem de se apresentar. Mesmo assim, pra ter um escape dos problemas, a Bianca acaba se metendo numa "inimizade colorida" com Wesley Rush, um cara que nunca recusa sexo. É aí que o livro se desenvolve. Do mesmo jeito que Bianca foi rotulada de Duff, o Wesley também foi rotulado de idiota na cabeça dela, mas os dois acabam percebendo ninguém é tão simples assim! A Bianca percebe que o Wesley também tem problemas e que às vezes, a última pessoa que você espera é quem pode te ajudar.

A graça do livro é que apesar dos dois mudarem a maneira de ver um ao outro, talvez a verdadeira mudança precise ser feita é como veem a si mesmos! Será que eles  conseguirão entender isso?!
                
Na minha opinião é um ótimo livro, galera. O filme pegou os pontos fortes dele e acrescentou umas coisas bem legais, isso me fez preferir o filme, mas ainda teria lido o livro sem nem pensar duas vezes!


E aí, gostou? Se sim, boa leitura! =)

Star Wars Episódio VII

Enfim a espera acabou, com a estreia  de Star Wars episodio VII O despertar da força, no dia 17 de dezembro de 2015. Dia épico para todos os fãs (até os que não são) da grande saga galáctica, assim como eu, não pude e nem queria perder essa grande estréia no cinema brasileiro.


Vamos ao importante spoilers... Só escreverei alguns...
o novo filme da saga Star Wars chegou arrasando com todo mundo, não por estar horrível ou semelhante a trilogia “nova” que também não me agrada muito. mas sim por vir superando com todas as minhas expectativas, juro! Eu esperava um MUITO BOM, mas esse filme veio é ÓTIMO, uma verdadeira arte cinematográfica com a dosagem perfeita de tudo, exatamente tudo, efeitos especiais, desenrolar da historia, o desenvolvimento de cada personagem até nas referencias (coisa que achei lindo) e não ficou forçado, foi algo leve e nos momentos certos.

Assim que começou eu já senti que assistiria uma coisa linda!

Nostalgia das férias: reassistindo Gossip Girl

Confesso que já fui apaixonada por Gossip Girl. Quem nunca, certo? Passar as noites esperando para ver no SBT era uma das minhas coisas favoritas. Hoje em dia existe um oásis chamado Netflix, então decidi reassistir.
Devo dizer que estou me divertindo muito! Você realmente não sabe o quanto ama a garota do blog e suas polêmicas até perdê-la :( Pensando nessa nostalgia, separei algumas coisas que amo na série para relembrarmos juntos, ok?

5. O clima de Nova York
Gente, fala sério... eu poderia pegar milhares de imagens de Nova York, mas se você já assistiu pelo menos um episódio da série vai saber do que estou falando! Não há nada mais mágico que participar dos jogos da elite de Manhattan ou até andar pelo Brooklyn com um Dan Humphrey ao seu lado #Ficadica
                                  

4. Looks das garotas
Sabemos que para estar em Gossip Girl precisa-se ter um pré-requisito básico: estilo. Queen B e Serena ditaram mais que a moda, elas ditaram uma época. Quem não lembra da onda de tiaras quando Gossip Girl começou? Todo mundo queria ser igual a Blair Waldorf ou pelo menos tentar. Todo mundo se sentia pobre como a Little J que era obrigada a fazer seus vestidos em casa (oi situação miserável!). Mas não importava se você era it girl ou um Dan Humphrey da vida, era é obrigado a admitir que os looks eram demais!

3. Queen B vs. S
Apesar de a Serena ser a protagonista e amarmos ela, a maioria das pessoas que assistia Gossip Girl era fã confesso de Blair Waldorf e de suas "maldades". Não é atoa que a personagem deixou de ser uma vilã para se tornar algo maior. Serena van der Woodsen e Blair Waldorf eram as melhores amigas/ piores inimigas mais legais que já foram vistas em uma série e amávamos quando estavam juntas, mas amávamos mais ainda suas brigas! Nós e a Gossip Girl né, haha
A gente sabia que quando essas duas se enfrentavam era pra valer.. tipo... mesmo!
 ... e quase sempre isso acontecia...













Maaaaaaas depois vinham os dias bons! :)
 

...e elas sempre estavam lá quando precisam uma da outra:

   



Afinal, ser melhor amiga é isso né!

2. A Trindade Gossip Girl

                          
Preciso mesmo explicar? O.k, então darei nomes: Nate Archibald, Dan Humphrey e Chuck Bass!
Os caras de GG... oh os caras de GG!!!!
Bonitos, mentirosos, manipuladores... a gente simplesmente adorava! Mas o que os fazia especial era mais que isso, era o fato de no fundo eles serem boas pessoas, só precisando de um caminho.
Começando pelo mais lindo deles: Nate Archibald!

  
É bonitinho o Nate se transformando ao longo das temporadas. No início vemos o cara que dormiu com a melhor amiga da namorada, depois um garoto falido (ontem eu revi o episódio que ele se prostitui HAHAHAH) e depois o Nate começa a ser quem ele sempre quis: Just Nate!

 
E que Nate hein! Sério gente: ele é um dos meus personagens favoritos porque desde o início dele era humilde, mesmo quando andava perdido sobre quem era. Lembram que mesmo correndo o risco de perder tudo ele mandou o pai pra reabilitação? Ele sempre foi um cara o.k. Parabéns Nate :] (e me ligue please!!!)

Agora vamos ao nosso amado "Lonely Boy". O garoto solitário mais popular do Upper East Side é um tremendo de um trapaceiro. Certo Dan, eu te amo, mas o que faço com você? Me lembro que você me enlouqueceu no último episódio!!!
 


Quando GG começou Dan Humphrey era alguém que ninguém conhecia. Depois que ele e Serena se apaixonaram ele foi obrigado a entrar no mundo da elite, muitas vezes humilhado e tendo que lutar páreo a páreo com pessoas muito arrogantes só pra poder ser respeitado! Mas uma coisa legal nele é que o cara nunca desistiu. Além disso, ele é outro que mudou muito durante as temporadas. Alguém um dia ia imaginar que esse homem ia namorar a Quuen B? Confesso que ele foi um orgulho pra mim ao longo das temporadas! E bom... no fim descobrimos que ele sempre foi o mais esperto de todos...
Parabéns (SPOILER ALERT) Gossip Girl, ops, Dan!

Eu sei, eu sei! Tá faltando um...mas galera, além de fazer parte da trindade o Chuck é o nosso PRIMEIRO MOTIVO PRA SENTIR SAUDADE DE GOSSIP GIRL!!!

1. Chuck Bass
Eu poderia dizer "I'm Chuck Bass" e parar por aqui, mas qual seria a graça?
Pra começar, vou repetir: Ele é Chuck Bass. Isso por si já é motivo. Chuck Bass é o cara, o mal caráter, o cretino, lindo, desprezível, maquiavélico, carente, esnobe, incompreendido, engraçado... bem,ele é tudo! Toda série tem alguém se destaca (Barney em HIMYM, Carrie em Sex and The City, Sheldon em TBBF...) e o Chuck é esse alguém em GG. 

O Chuck podia parecer horrível no início, lembram quando ele agarrou a Little J no meio da festa (destaque pro soco lindo que o Dan deu nele!)?!

A diferença do Chuck pros outros é que ele não queria mudar. Ele já se achava perfeito! Se apaixonar pela Blair foi a maior pedra no caminho dele! E quase sempre ele vacilava:



                                                                      Chair (Chuck e Blair) era o romance mais complicado de GG e o mais divertido também! Não haveria Blair sem Chuck e muito menos Chuck sem Blair, então todo mundo aprendeu a amar os dois juntos!    

 

Foi com o Chuck que eu aprendi que é melhor "É melhor um nariz quebrado do que um coração partido." e levo isso na minha vida até hoje!! Mas sério, ele também era um poeta quando queria! O Chuck quem disse que "Pessoas certas não existem. Somos todos errados procurando alguém que aceite nossas imperfeições."



Quem shippava Chair levanta a mão O/ A melhor dupla<3
O primeiro lugar foi pra Chair, pro Chuck, pra Blair e pra série toda porque eles merecem! Vou continuar assistindo pra matar a saudade!!!
Quem vai me acompanhar?! :D








Resenha How to Get Away with Murder

* Antes de tudo, esta é uma resenha sobre a PRIMEIRA TEMPORADA DA SÉRIE! A resenha contém apenas um pequeno spoiler, mas não afeta o rumo da série [é pequeno mesmo!]   :)



How to Get Away With Murder é a nova série produzida por Shonda Rhimes (Grey’s Anatomy, Scandal e Private Practice). É um thriller de suspense sobre um grupo de ambiciosos estudantes de Direito e sua brilhante e misteriosa professora de defesa criminal, Annalise Keating(Viola Davis) que se envolvem em uma trama de assassinato que vai agitar toda a universidade e mudar o curso de suas vidas.



Enquanto esperava nossos amigos atrasados chegarem, uma amiga e eu fomos obrigadas a fugir dos mosquitos num banheiro feminino, e óbvio, rolou muita conversa. Entre tudo isso, falamos de um de nossos assuntos favoritos: séries. Minha amiga é estudante de direito e me confessou que seu novo vício era uma série chamada How to Get Away With Murder. Além disso, na mesma semana assisti por acaso um vídeo de um Youtuber dizendo que estava viciado...

Então óbvio que fui conferir!

[Vou tentar ser prática e ignorar o fato de que essa série me rendeu dois dias só pensando nela, uma noite sem dormir e um dia inteiro jogada debaixo dos cobertores com ar condicionado no máximo!]



Okay, por onde começar? Como protagonista temos Viola Davis (a quem a interpretação MARAVILHOSA rendeu um Emmy de melhor atriz!) como a advogada Annalise Keating. Annalise é aquele tipo de mulher que quem cruza com ela não esquece. Sua especialidade nos tribunais são homicídios, os quais ela ganha causa em 99,9% dos casos. Ela é monstruosa, é capaz de convencer os EUA a doarem todo o seu PIB pro Afeganistão (uau q exemplo nerd)! Mas é tipo isso, galera... ela é incomparável. Devo dizer que HTGAWM ia ser epenas mais uma série comum se não fosse a genialidade com que a personagem dela é escrita e a igual façanha com que Viola Davis a interpreta.

Mas essa mulher monstra não é só advogada, ela também é professora universitária, e oferece todos os anos um estágio em seu escritório para os seus 5 alunos mais brilhantes! Os felizardos (ou nem tanto...) da vez são: Connor Walsh, Michaela Pratt, Asher Millstone, Laurel Castillo e Wes Gibbins. Até aí tudo bem... mas é aí que a série ganha o brilho: em meio a toda essa coisa temos os vislumbres de um futuro próximo onde quatro desses estagiários (todos menos o Asher) estão envolvidos no assassinato de ninguém menos que (spoiler alert) O MARIDO DE ANNALISE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!                          

Enquanto ajudam seus clientes a se livrarem, os estagiários contam com a ajuda de Annalise (pois é amados!) para se livrarem de seu próprio homicídio! A todo episódio uma parte a mais do caso é revelada. O passado, presente e futuro se misturam e as peças se encaixam brilhantemente. Aquele quem você pensa que é inocente não é, e quem você acusou era o cara do bem... ou não... sei lá! É tão louco que ainda estou tentando processar tudo!
Destaque para os personagens muito bem escritos, cada um com sua carga dramática na medida certa. O relacionamento dos estagiários é o mais legal de assistir. Eles realmente não tem nada em comum e cada um quer se destacar pra Annalise, mas a cada episódio eles vão se unindo (oooi, matamos uma pessoa juntos!) pela necessidade, até chegarem ao ponto de se olharem e dizerem "Caramba, quando foi que nos tornamos amigos?".  



Não tem como, a gente sente aquele frio na barriga junto com eles conforme as provas vão sendo reveladas e pensa "É dessa vez que todo mundo vai preso. CORRE NEGADAAAAAA!".Tomem calmantes antes de ver, sério!

A série é pra quem gosta de:

Revenge, Blacklist, House of Cards, Scandal...

Curiosidades:

- Pra quem ama Harry Potter, se liguem no Dino Thomas nessa série! Ele interpreta um dos estagiários, o mais "humano" deles, o Wes Gibbins!

- Se como eu, você apreciar homens lindos, essa é a sua série! DEFINITIVAMENTE!!!!!!!

- Pra quem assistiu The Carrie Diaries, a linda da Maggie está nessa série! Continua doida <3

- Se for menor de 18 não assista! Brincadeira.

Então é isso, galera! Corram e assistam. Se precisarem de uma advogada... chamem Annalise. Recusem imitações!